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Pode usar-se Perfumes com Álcool?

http://fiqh-maliki.blogspot.pt/2011/11/es-que-se-puedeusar-perfumes-con.html
Fonte: www.doctrine-malikite.fr
Junho.2012 - Tradução e Adaptação de: Yiossuf Adamgy

A resposta é sim, sem qualquer problema.

Advertência das quatro escolas jurídicas a este respeito:

O vinho (e todo o líquido muskir (inebriante)) é impuro (najis) de acordo com o aviso mashhûr (mais conhecido) das quatro escolas (é uma impureza física e moral). No entanto, o vinho não faz parte dos componentes dos perfumes:

É somente o vinho que é impuro (najis) e não todos os álcoois (nomeadamente o álcool cetílico que compõe geralmente o perfume). Pois este perfume é, de facto, Hâlal e pode ser aplicado sobre o corpo ou a roupa (e não é najis) e não terá incidência sobre o efeito da oração (visto que não é najis).

O aviso aceite pela maioria dos estudiosos é que o perfume não é najâsa embora conte-nha álcool. Além disso, todos os produtos que contêm álcool e que são transformados quimicamente para fins industriais ou domés-ticos não são najâsa (não são uma desonra). O que é desonra é o vinho (khamr), pois, procede da fermentação (de produtos naturais) e tornou-se inebriante.

Evidentemente, para a unanimidade dos sábios e segundo o Alcorão e a Sunnah o consumo de álcool ou de vinho é Harâm...:

'Tudo o que é inebriante (Muskir) é Khamr e tudo o que é inebriante é Harâm' (relatado por Muslim).

O Profeta (sallaLlahu 'aleyhi wa sallam) amaldiçoou 10 categorias de pessoas no que diz respeito ao vinho (khamr), dizendo que 'Allah amaldiçoou o vinho, aquele que o bebe, aquele que o serve, aquele que o vende, aquele que o compra, aquele que pisa a uva, aquele para quem é preparado, aquele que o transporta, aquele que o encomendou e aquele que cobra o seu preço'. (Relatado por Abu Dawud e al-Hakim).

Nota: Não confundir com o vinagre (khall), que é halâl, mesmo para consumo. Ver: O vinagre de vinho ou de álcool: lícito ou não?

Outros avisos sobre a pureza (física) do vinho:

O vinho e o álcool são somente proibidos para consumo, pois, são najâsa (desonra) morais e não materiais. É o sentido da palavra 'Rijs' no versículo Alcorânico que proíbe o vinho. O vinho é puro fisicamente, ou seja, se tocar na roupa poderá rezar com ela vestida sem qualquer problema. Não passa de uva fermentada e a uva fermentada ou o álcool não é uma desonra (najâsa); no entanto, é proibido para consumo, razão pela qual o designamos de impureza moral (trata-se da sua propriedade inebriante e esta propriedade está relacionada com o consumo; ver também o Hadith supramencionado sobre as 10 categorias de pessoas no que diz respeito ao vinho).

Eis as provas deste aviso:

1. Abî Muhammad Al-hasan Ibn 'Ali Al-kattânî Al-atharî diz que os perfumes a base de álcool ou com uma percentagem de álcool são puros (limpos) e não são uma desonra, o vinho não pode ser comparado com o perfume e podemos, portanto, usar perfume à base de álcool (somente para uso externo, obviamente). (Fiqh Ahmad Ibn As-siddîq Al-ghumârî).

2. Cito entre os sábios que disseram que o vinho é 'tâhir al-'ayn', ou seja, limpo: Rabî'at Ar-raay, Al-layth Ibn Saad, Saïd Ibn Haddâd Al-qarwî (el mâliki), Dâwud Az-zâhirî, Muham-mad Ibn Ismâil As-san'ânî , os benseddîq e Al-kattânî Al-atharî.

Propõem, entre as provas da propriedade do vinho, o facto de o Profeta (que a Paz e a Bênção estejam com ele) ter ordenado aos seus companheiros que o derramassem pelas ruas (pelas estradas) da Medina (quando o versículo da sua proibição foi revelado)... Se tivesse sido nâjis (impureza material), o Profeta (que a Paz e a Bênção estejam com ele) teria proibido que fosse derramado nesses locais, assim como proibiu fazer as necessidades nas ruas ou de as macular...

Referência: 'Fiqh Ahmad Ibn As-siddîq Al-ghumârî' (estudo comparativo) autor: Abî Muhammad Al-hasan Ibn 'Ali Al-kattânî Al-atharî : edição: Muhammad 'Ali Bîdûn, Dâr Al-kutub al-'ilmiyya: Beirute, Líbano: p. 113 e seguintes'.

3. Na obra 'Bidâyat Al-Mujtahid' de Ibn Rushd, Tomo 1, página 38, Ibn Rushd cita um Hadîth em que Ibn Mas'ud partiu com o Profeta (que a Paz e a Bênção estejam com ele) na noite em que encontrou Al-djinn; por falta de água, fez a sua ablução com vinho (an-nabîdh)... (Se fosse impuro, o Profeta (que a Paz e a Bênção estejam com ele) não teria realizado a ablução utilizando, para tal, vinho (note-se que este Hadîth é muito dé-bil)...

E cita um Hadîth: 'uma fruta boa é água limpa', relatado por Imam Ahmad (1/455) (note-se que este Hadîth é, também, muito débil).

Este Hadîth não foi utilizado para dizer que a ablução pode ser realizada com vinho, mas sim para corroborar o facto de que o vinho é limpo, dada a sua origem limpa... É somente uma desonra moral (proibido para consumo, venda, compra, serviço, etc.) devido à sua propriedade inebriante (Muskir).





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